sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

   Tolerância ao intolerável ou conivência a depender da conveniência parecem coisas contraditórias, mas são apenas comportamentos observados em nosso dia a dia. Junte-se a isso a impaciência constante e o aumento das distrações.

    São ingredientes que podem explicar o caos cotidiano em que vivemos. Ops! Não se pode esquecer da pressa. Tudo parece merecer urgência. "Na correria", como dizem.

 Esse modo de vida, favorece aos manipuladores. Pessoas que agem como se fossem "estrelas guias" sugerindo estarem aptos a mostrar o melhor caminho a seguir. Na verdade, aproveitam-se da boa-vontade, da ingenuidade e (por que não dizer) da cômoda alienação intelectual, comportamental e emocional das massas, para atingir aos seus objetivos vis.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Sem Problemas

É inexplicável o quanto muitos daqueles que detém o poder no Brasil sofrem críticas. São tachados de interesseiros, gananciosos, hipócritas e dissimulados. Dentre outros impropérios. Não parece ter nenhum fundamento. Afinal, o país é recheado de bons exemplos!  

Ainda temos os órgãos de controle, não esqueçam! Quando um malcriado faz alguma traquinagem, recebe uma bronca: "olhe, eu vou deixar passar dessa vez, mas se insistir no erro, vou puxar sua orelha. Está avisado!".

Quem, em sã consciência, ousaria desconsiderar tal advertência?

Podemos ficar tranquilos!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Doce Ilusão!

 Seria um apelo à sorte ou uma corrida insana num labirinto de probabilidades?

A esperança e a ilusão se confundem. Todos sabem que as chances de sucesso são remotas, mas poucos têm a coragem de dizer não a uma "fezinha".

"Sonhar não custa nada!", já disseram. 

Jogar em loterias faz parte do quotidiano brasileiro, principalmente quando o prêmio está acumulado. As chances de ganhar não aumentam proporcionalmente ao quão gordo possa estar o prêmio, mas ninguém liga! Vai que a sorte resolve aparecer. Se a frustração chegar primeiro, siga o conselho de Raul: "tente outra vez!".

Sol

  Olho para o horizonte e o sol ainda não apareceu. Será que ele esqueceu? Será que já era tarde quando ele adormeceu? Espero o seu brilho c...