Por conveniência, pratica-se a indolência, flerta-se com a conivência, cria-se narrativas para se manter as aparências, a competência acaba por se transformar numa perigosa aquiescência.
Minhas condolências...
Contos, crônicas e outros textos.
Por conveniência, pratica-se a indolência, flerta-se com a conivência, cria-se narrativas para se manter as aparências, a competência acaba por se transformar numa perigosa aquiescência.
Minhas condolências...
Na vida, desilusões acontecem
Nem sempre ela oferece aquilo que nos aquece
A gente sofre, padece
No entanto, a gente cresce
A gente faz o que for preciso
Escancara o melhor sorriso
E segue
A gente sempre segue
A gente segue na rotina do dia a dia
Analisando as perspectivas
Sem criar expectativas
E assim, a gente segue!
É normal temer a finitude
Mas tudo que começa, um dia terá o seu fim
Não existe outra maneira
A vida é assim
Essa consciência nos chega aos poucos, à medida em que o tempo passa
E a gente segue lutando, aprendendo, errando, caindo, levantando
Criando um roteiro, onde somos protagonistas e coadjuvantes das mais variadas histórias
Até que a luz se apague.
Se um dia eu esquecer de dizer que te amo, eu não estarei bem
Por ti eu empenharei todo o meu pensar, e irei mais além
Nada farei que a deixe triste
Dedicarei minha vida só a ti, a mais ninguém
Acordado, pensarei em ti
Dormindo, contigo sonharei
Serei o teu fiel escudeiro
A ti, o mundo eu darei
Deixá-la feliz será a minha rotina
Todos os dias, o seu sorriso conquistarei
Se algo te afligir por algum motivo
Eu prometo, te cuidarei
Então, se também me quiseres
Da felicidade tomarei posse
Amar-te-ei por toda a vida
Amar-te-ei além da morte.
Se a vida é curta
Então, não se furte a viver
Deixe um legado, uma memória
Discorra sua melhor história
Mergulhe numa fantasia
Sinta o sabor da alegria
Permita ao seu corpo vibrar
Faça de sua trajetória algo peculiar
Sonhe dormindo, sonhe acordado
Melhor ser impetuoso que acomodado
Mexa-se, seja intenso
Pois o tempo não é seu aliado
Siga o seu caminho com discernimento
Procure a paz e a verdade
A vida é uma dádiva
Saber viver, é uma necessidade.
Sim, eu sei
O mundo não é como a gente quer
Não me iludo
Não há um talvez, sequer
A vida é dura
Sou resiliente, criei minha armadura
Nada cai do céu
Sei qual é o meu papel
Faço aquilo em que acredito
Não desisto, persisto
Contorno as minhas limitações
Fujo das tentações
Sou presença, tenho fé
Eu vivo à procura do equilíbrio, de sentido
Nesse roteiro que eu mesmo escrevo, cheio de anseios e desejos.
Um ser em transformação
Com consciência e coração.
Quem planta, seus males espanta
Encanta-se, faz terapia
Quem planta, semeia vida
Pratica o amor, faz poesia
Não tema pôr as mãos na terra
Isso renovará suas energias
Seja dedicado, contemple o verde
Sinta sua força, sua magia
Não tenha pressa, seja paciente
Um jardim onírico não se forja em dias
Cada planta tem o seu tempo
Dê asas à sua fantasia
A natureza nos presenteia
Com sua abundância e variedade
Imagine a cidade em meio a um jardim
Em vez de um jardim espremido na cidade.
A honestidade total existe? Por definição, sim. Realisticamente, não creio. Afinal, quem sempre foi sincero quando perguntado se estava bem ou não, por exemplo?
Mas isso diminui a importância de a praticarmos? Com certeza, não! Muito pelo contrário.
Não se trata de uma questão de perspectiva, mas de consciência. Além, é claro, daquilo que nos é imposto enquanto membros de uma sociedade: a lei.
Tem quem tente colocar todo mundo no mesmo balaio, dizendo que quem conta uma mentira ou fura uma fila, por exemplo seria tão desonesto quanto alguém que cometesse uma fraude milionária.
Nada a ver!
O primeiro, talvez um dia, seja alcançado pela sua consciência. O segundo, por sua vez, deveria ser alcançado pela lei, mas isso nem sempre acontece.
Muito provavelmente, quem comete fraudes já furou algumas filas e, com certeza tornou-se um mentiroso contumaz.
Portanto, temos uma legião de fraudadores, em potencial, por aí. Seja por ação ou omissão, seja por conivência ou conveniência.
Amanheci, com o pensamento voltado pra ti
Perguntei porque não estás mais aqui, ao meu lado.
Descobri um sentimento que não pensava existir, e por isso eu me arrependi de tê-la afastado
Agora sei, o tamanho da dor que causei
Eu estava errado
Só queria, ter o dom de poder reverter, de modificar o que aconteceu, mas não dá para mudar o passado
Só resta a mim, levantar a cabeça com altivez e tentar mais uma vez
Ser feliz!
Não me venha com suas dúvidas
Minhas certezas não são absolutas
Todos querem decidir com propriedade
Independente das adversidades
O meu destino me é sonegado
Não sei o que há por vir
Meio sem rumo aqui e acolá
Meio perdido aqui e ali
Desorientado e sem perspectiva
Tento proteger-me da ilusão
Terei um futuro promissor?
Terei uma vida com razão?
Se não for pedir muito
Um dia, poderei me encontrar?
Mesmo em meio à escuridão profunda
A minha identidade quero enxergar.
Por conveniência, pratica-se a indolência, flerta-se com a conivência, cria-se narrativas para se manter as aparências, a competência acaba ...