Quando
as eleições vão se aproximando dá uma vontade de tentar abrir os olhos das pessoas,
de orientá-las. Não que a gente saiba quem será o melhor candidato ou candidata,
mas para que o voto seja uma coisa consciente. No entanto, cada vez mais, fico me perguntando se ainda vale à
pena. A maioria ainda continua votando por interesses pessoais. Uma promessa de
emprego, um favor, um dinheirinho no bolso, um jogo de camisa de futebol ou até
um aperto de mão transforma-se em moeda de troca, pelo voto. Não se avalia o que
o candidato poderá fazer em prol da sociedade, do município. Não se cobra isso
dele, nem antes, tampouco depois de eleito. O que importa é o que essa pessoa
pode dar-lhe em troca, elegendo-se ou não. A forma como esse candidato vai
conseguir lhe proporcionar o benefício, é irrelevante.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Eleições: Já analisou o seu candidato?
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