Sindicatos e associações são criadas para amparar os trabalhadores e representá-los, junto aos patrões, em suas demandas. Qualquer manifestação contrária a isso, tem, na verdade, o intuito de enfraquecer a classe. Por isso, é imperativo que exista uma consciência coletiva. As negociações devem ocorrer entre os poderes constituídos. Submeter-se aos caprichos de "alienígenas" que circundam pelos bastidores não é a melhor opção, por mais que possa parecer atrativo num primeiro momento. Seria se aliar a um poder obscuro, legitimar o ilegítimo.
segunda-feira, 9 de outubro de 2023
segunda-feira, 3 de abril de 2023
Servidores Efetivos e Servidores Temporários: algumas verdades.
Muita gente tem a ideia preconcebida de que o servidor público efetivo é um privilegiado. No entanto, não é bem assim. O servidor público efetivo, ou de carreira é aquele que, em sua maior parte, se dedica, anos a fio, em prol de um serviço público melhor para todos.
Mas de onde vem essa concepção de que existe um privilégio?
Principalmente por conta da estabilidade no emprego, e a falsa afirmação de que todos os servidores da administração pública ganham super salários.
É bem verdade, com relação aos salários, que existem algumas “anomalias”, por assim dizer, mas fogem à regra. Em sua maioria, os servidores públicos não são bem pagos. Quando têm um salário um pouco melhor, em relação à população em geral, não é por acaso. Só após muitos anos que alguns salários tornam-se minimamente dignos. Quando querem tentar manchar a imagem dos servidores efetivos, comparam os seus vencimentos aos trabalhadores da iniciativa privada que recebem o salário-mínimo. Trata-se de uma comparação esdrúxula e maldosa. O salário-mínimo é ridículo.
Em se tratando de estabilidade, não há como conceber que o servidor público efetivo se sujeite aos caprichos, devaneios ou má fé de gestores mal-intencionados ou mesmo despreparados para a gestão pública. Salientando que, apesar de se tornar estável, nenhum servidor está imune aos rigores da lei se o mesmo cometer algum ilícito. O Servidor deve ser, essencialmente, um fiscal, um protetor do bem público. Para que exista essa condição, a estabilidade é imprescindível. Ao longo dos anos, parlamentares inescrupulosos, se dedicam a buscar meios de fragilizar o Servidor Efetivo. Querem, a todo custo, acabar com a sua estabilidade. Infelizmente, uma das maneiras utilizadas para diminuir a capacidade do Servidor Efetivo de fazer prevalecer a boa gestão e o respeito ao erário, é a nomeação de cargos temporários.
Cargos Comissionados de Livre Nomeação e Exoneração. São eles, os detentores dos cargos temporários, até por não terem a estabilidade, que são "vítimas" da tentativa de manipulação por parlamentares e gestores. São presas fáceis por temerem ser exonerados em qualquer tempo.
O caso do Servidor CC, merece maiores explicações:
- Ao contrário do Servidor Efetivo, o servidor temporário é desobrigado de registrar o ponto, ou seja, não lhes é exigida a assiduidade, nem tampouco cobra-se sua pontualidade;
- Muitas vezes, mesmo sendo recém nomeados e não tendo a mesma capacidade técnica e experiência, seu salário é superior ao de servidores efetivos com décadas no serviço público;
- É muito fácil para os gestores criarem novos cargos temporários, enquanto isso, os concursos públicos estão cada vez mais raros.
Nota-se, de maneira explícita, a preferência dos gestores e parlamentares em geral, pelos servidores temporários. Muitos seriam os motivos, como por exemplo:
- Raramente dizem não a qualquer ordem, por mais absurda ou mesmo irregular que ela seja;
- São eleitores em potencial (além do voto de cabresto, muitas vezes são obrigados a trabalhar nas campanhas);
- Podem se submeter a dividir seus salários com os seus "padrinhos", seja por acordo ou imposição.
Não quero dizer com isso que não existam "ovelhas desgarradas" entre os servidores efetivos. Sim, elas existem. Alguns nem têm a ideia do que é ser um Servidor Público, na essência. Priorizam o bem-estar pessoal, em detrimento de toda a classe, pelo status de um cargo ou mesmo por alguns tostões a mais em suas contas bancárias. No entanto, trata-se de uma minoria!
Logicamente, toda essa narrativa diz respeito ao que acontece na França. Alguém aí pensou em um país diferente?
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
Carta ao Eleitor
Caro eleitor, apesar do voto ser obrigatório (por mim, seria
facultativo), somos livres para escolher em quem votar, até mesmo anular o voto
ou deixá-lo em branco. Entretanto, temos que ter a consciência que,
eventualmente, aquele que ajudamos a eleger pode e vai cometer erros, afinal
ele também é um ser humano. Além disso, também pode ocorrer dele ser um tremendo
sacana, para o nosso desgosto. Portanto, podemos ser militantes ou
simpatizantes, mas não podemos ser coniventes. Não temos o direito de ficar
inventando desculpas estapafúrdias para defender alguém, pelo simples fato de
termos votado nele. Querer justificar os desmandos atuais com aqueles cometidos
por seus antecessores, de nada irá adiantar. Cada um deve pagar pelo seu erro. Não
sejamos burros. Não sejamos cúmplices. Aquele que acerta, merece todos os créditos.
Mas se fizer algo errado, tem que ser chamado a atenção! Se fizer alguma merda,
tem que ser responsabilizado! Quando votamos em alguém, não lhe damos carta
branca.
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
Eleições: Já analisou o seu candidato?
Quando
as eleições vão se aproximando dá uma vontade de tentar abrir os olhos das pessoas,
de orientá-las. Não que a gente saiba quem será o melhor candidato ou candidata,
mas para que o voto seja uma coisa consciente. No entanto, cada vez mais, fico me perguntando se ainda vale à
pena. A maioria ainda continua votando por interesses pessoais. Uma promessa de
emprego, um favor, um dinheirinho no bolso, um jogo de camisa de futebol ou até
um aperto de mão transforma-se em moeda de troca, pelo voto. Não se avalia o que
o candidato poderá fazer em prol da sociedade, do município. Não se cobra isso
dele, nem antes, tampouco depois de eleito. O que importa é o que essa pessoa
pode dar-lhe em troca, elegendo-se ou não. A forma como esse candidato vai
conseguir lhe proporcionar o benefício, é irrelevante.
sábado, 9 de novembro de 2019
DESEMPREGO
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Pensamento
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Reclamação ao CFC
Fiz uma reclamação à Ouvidoria do CFC - Conselho Federal de Contabilidade sobre a obrigatoriedade de se votar nas eleições dos conselhos regionais que, na minha opinião, é antidemocrático. Também abordei a multa aplicada em caso de ausência ao pleito. Caso o profissional não vote, salvo raras exceções, cobra-se uma multa de 20% sobre o valor da anuidade. Anuidade esta que também considero de um valor elevado. Arrecada-se muito e o retorno aos profissionais é ínfimo, no meu modesto entendimento. Em resposta, o Conselho limitou-se a citar as leis, decretos e resoluções que legitimariam tais ocorrências. É óbvio que eu já sabia que não havia nada ilegal, mas nem sempre o que é legal, acaba sendo justo ou razoável.
terça-feira, 14 de agosto de 2018
O VOTO!
quarta-feira, 7 de março de 2018
Problemas e Soluções
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Só Amor!
Círculo Vicioso
O círculo vicioso alimentado, de parte à parte, entre políticos e eleitores, destrói qualquer possibilidade de mudanças significativas no at...
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"O certo é o certo, mesmo que ninguém o faça. O errado é o errado, mesmo que ninguém esteja vendo". Eu acredito nisso! N...
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Um Sorriso! Pés descalços, roupas sujas, sem um banho decente há mais de dois dias. Esse sou eu! O retrato do abandono, do desencanto, de ...
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