sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

PEC dos Vereadores II - O inusitado.

Depois de aprovado na Câmara dos Deputados, alterada e logo após aprovada no Senado (numa madrugada), a PEC 20/08 que aumentava o número de vereadores em todo o país não foi promulgada. O Deputado Arlindo Chinaglia, presidente da Câmara se recusou a fazê-lo. A promulgação deveria acontecer com a concordância tanto do Senado quando da Câmara dos Deputados. Vários senadores fizeram críticas ao deputado dizendo que o mesmo queria ficar bem com a opinião pública. Ora, vereadores, deputados, senadores não estão exercendo mandatos justamente para fazer prevalecer a opinião do povo? Essa PEC é um grande equívoco. Talvez o contrário fosse mais benéfico, ou seja, deveria haver uma redução do número de parlamentares.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

PEC dos Vereadores I - A missão.

É na madrugada que certas coisas acontecem... Plenário aprova PEC dos Vereadores e regularização de 57 municípios Sessão iniciada ontem pela manhã se prolongou pela madrugada de hoje, quando os senadores ainda discutiam o projeto do Executivo que institui o Fundo Soberano. Suplentes de vereadores de todo o país lotaram as galerias para acompanhar a votação de proposta que será promulgada hoje Em sessão que se prolongou pela madrugada, senadores examinaram matérias consideradas polêmicas, como a PEC dos Vereadores e o Fundo SoberanoO Plenário do Senado aprovou na madrugada de hoje, depois de longa discussão, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 20/08, que cria 24 faixas para o número de vereadores de acordo com a população dos municípios. Os municípios com até 15 mil habitantes terão nove vereadores, enquanto os municípios com mais de 8 milhões de moradores terão 55 vereadores. Os limites de gastos das câmaras de vereadores não foram modificados e um artigo prevê que a mudança valerá para os vereadores que tomarão posse no próximo mês. Com as mudanças, haverá mais 7.343 vereadores no país. A proposta de emenda à Constituição foi aprovada depois de um acordo de líderes que permitiu a realização de sessões extraordinárias seguidas, contando prazos de votação – PEC precisa ser discutida por cinco sessões, em primeiro turno, e por três, em segundo turno. A emenda será promulgada pelo Congresso ainda hoje, entrando em vigor imediatamente.Toda a discussão foi realizada com as galerias do Plenário do Senado lotadas de suplentes de vereadores, que estavam em Brasília desde o início da semana para a votação. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) tentou convencer os senadores a aprovar uma emenda ao projeto que proibia as câmaras de aumentar seus gastos em 2009, comparando-se com 2008. Se fosse votado, no entanto, o projeto teria de retornar ao exame dos deputados, para análise da mudança. A sugestão de Mercadante não chegou a ser examinada.Os senadores concordaram com parecer apresentado por César Borges (PR-BA) a uma proposta aprovada pelos deputados, mas com a supressão de um artigo que constava no projeto que chegou da Câmara. Existe entendimento de que supressão não significa alteração de conteúdo, desde que a proposta não seja desfigurada. César Borges transformará o artigo suprimido em uma nova emenda constitucional, que passará a tramitar imediatamente.O artigo suprimido e transformado em novo projeto (conhecido como "proposta de emenda à Constituição paralela") modifica os percentuais das receitas municipais que se pode destinar às câmaras de vereadores. O senador César Borges ponderou que decidiu sugerir a supressão por entender que os percentuais que constavam do projeto reduziam substancialmente os gastos de uma parte dos municípios com seus vereadores, chegando a inviabilizar o funcionamento de muitas câmaras municipais. Afirmou anda que o artigo suprimido menciona valores em reais. Com o tempo, por causa da inflação, os gastos das câmaras acabariam alterados, mesmo sem acréscimo de população. Com a "emenda paralela", o Congresso fará nova discussão sobre tais percentuais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Pedro Simon fala sobre Lula e o PT

Abaixo um pequeno trecho do pronunciamento do Senador Pedro Simon no Senado Federal, no dia 08/12/2008, do qual sou fâ e tenho plena convicção de ser um dos grandes nomes da política brasileira. "...O grande escritor português Salamanca diz a mesma coisa: no Brasil, os partidos políticos não existem. Havia um: o PT. Não sei o que aconteceu com ele. Concordo com o fato de que o PT, como Oposição, era um grande Partido: idéias, conteúdo, princípio, ideologia, garra, liderança... Ele tinha tudo. E com essa garra, com essa luta, com essa liderança, com esse espírito público, chegou lá, à Presidência da República. Antes de chegar à Presidência da República, realizou um trabalho magnífico na Oposição. Lembro-me de que, nesta Casa, era uma oposição profunda, de conteúdo, real, justa... Algum exagero? Sim. Não votar no Tancredo para Presidente da República? Então eles queriam o Maluf? Porque, se todo mundo seguisse o que queria o PT, que era não votar no Tancredo, todos estariam votando no Maluf. Não votar a Constituição? Mas o que é que eles queriam? Que ficássemos sem Constituição? Que a Constituinte não desse em nada? Alguns exageros, mas um grande Partido! Chegou ao Governo. Até eu digo que o Governo tem coisas boas. Não dá para deixar de reconhecer que o Lula tem coisas boas no seu Governo, mas o PT, este desmoronou. Como Partido, como bandeira, como história, como conteúdo, não tem, não existe! É verdade que a situação é meio complexa. A gente olha para o mundo e fica perguntando: se não há mais Esquerda, se não há mais Direita, não há mais comunismo, como é que se vai definir o partido político? Mas há princípios..."

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Pec 20/08 (Pec dos vereadores)

Tramita no Senando Federal a Pec 20/08 que estabelece mudança no quadro de vereadores em todo o país. Aumenta-se o número de vagas com a argumentação de que aumentaria, também, a representatividade. Diante do quadro político brasileiro não vislumbro essa possibilidade de maior representatividade. Seria muita quantidade contrastando com pouquíssima qualidade.

Eleições no E.C.Bahia

Marcelo Guimarães Filho é o novo presidente do Esquadrão de Aço! Filho de um ex-presidente que não obteve sucesso em sua administração o novo dirigente vai ter que trabalhar muito para levantar o moral de um time com baixa auto-estima, com as finanças em estado crítico e, principalmente, eliminar as suspeitas de continuismo das administrações anteriores. "Vumbora baêeeeeeeeeeeeaaaaaaaaaa"!!!!!!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Eleições no E.C.Bahia

Dizem que o brasileiro só fala sobre futebol, mulheres e carros. Coincidentemente ou não, darei início ao meu blog falando das eleições no Esporte Clube Bahia, time do qual sou torcedor. Parece uma piada de mal gosto, liminar que cancela a eleição, liminar que "cancela o cancelamento" da eleição. Coisas do Bahia, coisas de um clube que tem como lema: "Nasceu para vencer" e que agora vive amargurando dias difíceis, com administrações desastrosas e com um jejum de títulos e conquistas. Tomara que o próximo presidente, seja ele da situação ou da oposição, venha a transformar um time, ora em decadência, no verdadeiro Esquadrão de Aço!

Amor Insano

Se um dia eu esquecer de dizer que te amo, eu não estarei bem Por ti eu empenharei todo o meu pensar, e irei mais além  Nada farei que a dei...