Todo mundo se pergunta por que a
violência cresceu tanto nos últimos tempos e se há alguma maneira de
minimizá-la. Além do aumento significativo da população e, por consequência, o
aumento da desigualdade social, outras questões contribuem para esse estado de
insegurança do qual estamos reféns: A polícia tem um efetivo reduzido, é mal
remunerada, não tem o preparo adequado e, diante disso, alguns policiais se
arvoram por caminhos incompatíveis com suas funções, criando empresas de
segurança (muito semelhantes às milícias, pois seus integrantes não tem
formação para tal atividade); o judiciário abarrotado de processos e com número
insuficiente de juízes; desprezo pela moral e pela ética; investimento
insuficiente na educação; corrupção, impunidade etc. Enfim, os problemas são
fáceis de diagnosticar, mas e as soluções?
Não há dúvida que a educação é capaz de reduzir o problema da violência,
mas isso a médio e longo prazo. Por isso o esforço tem de ser conjunto. Investir
mais em educação, quantificar e qualificar os profissionais envolvidos com
nossa segurança e dar-lhes salários dignos, aumentar o número de juízes e
puni-los de maneira exemplar quando cometerem algum ilícito e não dar-lhes
aposentadoria compulsória, como até hoje acontece. O Estado alega falta de
recursos para suprir todas as necessidades da população, mas todo mundo sabe
que nossos governantes, salvo poucas exceções, utilizam de forma inadequada
(digamos assim) o erário público. Bastaria rever suas prioridades. Cabe ao
povo, cobrar, como o fez nos últimos meses, indo às ruas e escolhendo melhor
seus candidatos na época das eleições.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
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