O serviço público no Brasil
parece seguir na ordem inversa. Desorganização e ineficiência são
características de boa parte dos órgãos administrados pela união, estados e municípios.
É claro que as instituições são constituídas de pessoas e por isso mesmo é de
se espantar porque, muitas vezes, não se consegue ser eficiente no serviço
público tanto quanto na iniciativa privada. Existe uma diferença de
comportamento. Geralmente não se dá o devido valor àquilo que é comum a todos e
isso é incompreensível. Acontece que há servidores que não se dão conta de sua
importância como também existem aqueles que, pelo contrário, valorizam-se de
forma exagerada, demonstrando autossuficiência e se achando com o direito de decidir
sua maneira de trabalhar, por quanto tempo vão trabalhar ou mesmo se,
eventualmente, irão ou não trabalhar. Não é raro, inclusive, quem cobre um “por
fora” para desempenhar as funções pelas quais já é remunerado. Tudo isso em
detrimento do que estabelecem as regras e normas da administração pública. Já
disseram que não seria apenas no Brasil que isso acontece, aconteceria no mundo
inteiro, mas o que nos diferenciaria seria a desfaçatez, só encontrada por
essas bandas.
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
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