Num ambiente de trabalho é imprescindível
que exista a cooperação entre os funcionários para que o serviço flua de
maneira satisfatória. Principalmente quando tratar-se de funções afins.
Entretanto, não se pode confundir a união, mais do que necessária, com a
formação de “grupinhos” em que há o acobertamento mútuo de erros cometidos
pelos seus integrantes ou quando as leis e normas são negligenciadas pelos
mesmos com a desculpa de que a obediência aos trâmites atrasaria ou
dificultaria a execução dos serviços. O que pode parecer um ato solidário pode
vir a ser caracterizado como conluio. As pessoas têm que se responsabilizar
pelos seus atos. Não dá para entender porque tem gente que tem a total
possibilidade de trabalhar seguindo uma linha onde todos os passos têm uma
sequência lógica (inclusive por força de lei), mas preferem o caos administrativo
com falta de organização e planejamento e como consequência a maximização da probabilidade
de ocorrerem erros, falhas ou fraudes.
segunda-feira, 31 de março de 2014
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